A família do empresário Fábio Tomelin, de 48 anos, que morreu no início de junho em Indaial, está contestando a conclusão do inquérito da Polícia Civil que descartou a ocorrência de crime no episódio.

Uma manifestação foi realizada na tarde desta segunda-feira (24), sob o apelo de “Justiça por Fábio”. A Polícia Civil anunciou em 18 de agosto o encerramento do caso sem o indiciamento da companheira da vítima ou de qualquer outra pessoa.
Segundo a conclusão policial, Fabio morreu em decorrência de uma queda após se pendurar voluntariamente no estribo lateral de uma caminhonete em movimento.
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O inquérito apontou que a queda ocorreu no contexto de uma discussão doméstica. De acordo com a apuração, o empresário estaria embriagado e teria impedido fisicamente a mulher de deixar a residência por um período prolongado.
O caso foi registrado na noite de 31 de maio. O documento finalizado foi remetido ao Poder Judiciário e encaminhado com cópia ao Ministério Público de Santa Catarina (MPSC).
“Tem imagens de câmeras da residência que mostraram toda a ação e não há ato concreto que mostre que ele [Fábio] agiu com agressividade. A principal pergunta é como surgiu esse relatório e qual interpretação foi dada aos fatos pela autoridade policial”, afirma o advogado da família, André Pereira.

