O prefeito de Blumenau, Egidio Ferrari, afirmou nesta quarta-feira (10), em entrevista ao Jornal da Menina, que o fim da vigilância armada nas escolas e creches municipais ocorreu devido ao encerramento do contrato com a empresa responsável pelo serviço. Segundo ele, a empresa foi apontada em uma recente operação do Gaeco como possível envolvida em esquemas de corrupção, o que impede a prorrogação do contrato.

De acordo com o prefeito, não há viabilidade para uma contratação imediata de outra empresa com capacidade para fornecer cerca de 150 vigilantes armados regularizados. Como alternativa, a Prefeitura adotará medidas mais rígidas de controle de acesso nas unidades de ensino, com identificação obrigatória de visitantes, pais, responsáveis, fornecedores e prestadores de serviço.
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Também entrevistado no programa, o comandante do 10º Batalhão de Polícia Militar (10º BPM), tenente-coronel Heintje Heerdt, anunciou que a corporação irá reforçar o policiamento no entorno das escolas. A partir da formação da primeira turma de policiais militares temporários, prevista para iniciar em 22 de junho, a PM pretende implantar rondas escolares específicas nos setores Norte, Sul, Leste e Oeste da cidade.
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Segundo o comandante, além das visitas já realizadas pelas guarnições, cada região deverá contar com policiais de referência para acompanhamento das unidades de ensino. Heerdt também informou que a PM retomará, a partir de agosto, os treinamentos de segurança escolar em parceria com a Defesa Civil e a rede municipal de ensino.

